Ferramenta profissional para dimensionamento técnico conforme NBR 5410.
Informações do Projeto
Dados Nominais de Entrada
Condições de Instalação (NBR 5410)
Condutor Principal (Fase)
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Especificação de Proteção (NBR 5410):
Disjuntor Recomendado--
Seção do Neutro--
Seção do Terra (PE)--
Eletroduto Rec.Ver aba Infraestrutura
Raio-X do Circuito (Engenharia):
Corrente Projeto--
Capacidade (Iz)--
Queda de Tensão--
Curto-Circ (Icc)--
Guia Prático de Utilização
Limite da Versão Gratuita: Cálculos permitidos para cargas até 10.000W. A partir deste valor, o projeto exige calibração técnica de Painel. Consulte um especialista.
Aprenda a preencher corretamente os campos para obter um dimensionamento elétrico seguro e normatizado (NBR 5410):
1. Dados Nominais (A Carga): - Potência Instalada (Watts): Informe o consumo total do equipamento. Dica: Se tiver em kW, multiplique por 1000.
- Tensão e Fases: Escolha a voltagem da rede local e o formato (ex: 220V Bifásico ou 380V Trifásico).
- Distância do Trecho: Metragem de cabo do quadro de disjuntores até a máquina. Fundamental para calcular e evitar perda de força (queda de tensão).
2. Condições de Instalação (O Ambiente): - Método: Como o cabo será instalado na obra? Embutido em alvenaria (B1), exposto em eletrocalha (C) ou enterrado no solo (D)? Isso muda a ventilação natural do fio.
- Fator de Agrupamento: Quantos fios de *outras máquinas* estarão juntos no mesmo tubo ao lado desse? Tubos muito cheios superaquecem e forçam o uso de cabos mais grossos.
- Isolação: Fios comuns (PVC) aguentam até 70°C. Cabos industriais de alta perfoamnce (HEPR/XLPE) aguentam até 90°C, suportando correntes maiores.
3. Lendo os Resultados Finais: Após clicar no botão azul de calcular, a ferramenta te dará as respostas exatas de compras:
- Dispositivo de Proteção: A amperagem do disjuntor ideal. É sugerido o prático tipo DIN para cabos até 25mm², e o robusto modelo Caixa Moldada para cabos maiores.
- Cabo Fase / Neutro / Terra: A bitola ideal para não esquentar e não desperdiçar energia.
- Curto-Circuito (Icc): Grau de risco estimado para te auxiliar a comprar um disjuntor com capacidade de ruptura compativel.
Limite da Versão Gratuita: Dimensionamento permitido para motores de até 3.0 CV. Acima deste valor, o motor gera riscos de indução e exige montagem por painel. Consulte um especialista.
Dicas técnicas para dimensionar corretamente os acionamentos e proteções para Motores Elétricos Trifásicos:
1. Lendo os Dados (A Plaqueta): - Potência (CV): Indique a força mecânica do motor. A calculadora já converte automaticamente para elétricos (kW) no painel ao lado.
- Tensão de Trabalho: Confirme a voltagem de fechamento na caixa de bornes da máquina (geralmente coincidente com o Trafo da fábrica).
- Rendimento e FS (Fator de Serviço): Dados vitais da plaqueta metálica. O FS define a tolerância de folga térmica permanente dele (padrão é 1.15 = 15%).
2. Entendendo a Máquina (A Carga): - Tipo de Carga Acoplada: Uma bomba d'água de giro livre é carga leve. Um moinho britador de minério cheio é carga super pesada. Isso define na hora se ele vai aguentar partir do zero ou se as chaves vão desarmar.
- Rede Local e Partidas: Ligar o motor várias vezes por dia aquece as bobinas por fadiga. Em redes mais fracas (sensíveis à queda de luz / pisca-pisca), compensadoras e soft starters tornam-se primordiais.
- Controle de RPM: Se o processo da máquina exige esteiras ou bombas girando mais devagar/rápido de forma dinâmica durante o trabalho, a Inteligência Artificial limitará a solução apenas à Inversores de Frequência.
3. Resultado (Comprando o Painel): - Acionamento Base: Nossa engenharia apontará entre: Partida Direta, Estrela-Triângulo Convencional, Chave Compensadora Série, Soft Starter ou Inversor Vetorial/Escalar (VFD).
- Hardware Físico Painel: Dimensionaremos não apena o relé término ou os fusíveis super-rápidos do sistema (aR), mas os *Exatos Contatores (AC-3)* sob medida e curva de desarme do Disjuntor-Motor ou de Comando. Cortando o palpite cego do vendedor.
Cálculo de Ocupação de Infraestrutura (Visual)
Sim (Limitar a metade)
Cabos - Lado B (Compartimento da Direita)
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Vista em Corte Proporcional
Área Total Cabos--
Área Útil da Infra--
Taxa Máxima Permitida--
% Ocupação Real--
Guia Prático de Utilização
Aprenda a dimensionar calhas e tubos corretamente para evitar o sobreaquecimento e o rompimento dos condutores elétricos na tração:
1. O mito do "Tubo Cheio": A NBR 5410 **proíbe estritamente** encher conduítes ou calhas até a borda. Fios produzem calor; se não houver um extenso bolsão de ar em volta, ocorre derretimento do plástico PVC e princípio de incêndio. A ocupação *máxima* permitida para eletrodutos suportando 3 ou mais cabos é de apenas **40% de sua área útil**.
2. Diâmetro Físico (Externo) vs Bitola: Nunca use o número da "bitola do cabo (mm²)" para deduzir diâmetro de tubos, isso é um erro fatal! A seção (ex: 10mm²) dita apenas o volume de cobre imaginário lá dentro. Para dimensionar tubos, nós usamos o Diâmetro Externo (com a capa plástica isolante). Por isso nosso menu já faz essa ponte para você. Exemplo: Um cabo circular 10mm² costuma ter de fato 6.0 a 6.3 milímetros espessos na régua.
3. Uso do Visualizador DS: Eletrodutos (redondos) repuxam cabos pelas curvas. Calhas e Leitos industriais (retangulares) expõem tudo à facilidade e ventilação. Selecione o material acima e veja instantaneamente nossos gráficos simularem a fiação prensada no corte da parede física do tubo, antes mesmo de você adquiri-lo!
1. Dimensões do Ambiente e Altura Útil
2. Parâmetros da Luminária e Lâmpada
3. Iluminância e Fatores de Reflexão do Teto, Parede e Chão
Quantidade Necessária Calculada
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Visualização Analítica
Dica: Arraste com o mouse ou toque para rotacionar o ambiente em 3D. A planta luminosa térmica reflete no piso.
MÉTRICAS DA MALHA VETORIAL
Emédio: -- lx
Emínimo: -- lx
Emáximo: -- lx
Uo (Uniformidade): --
Iluminância Simulada (E)--
Eficácia Global da Fonte--
Densidade Fina (W/m²)--
UGR Avaliado (Ofuscamento)--
Constantes Físicas do Relatório Matemático
Índice do Local (K): --Fator Utilização (FU): --Altura Útil (Hu): --
Memorial Descritivo - Teoria Luminotécnica
A Engine Computacional implementa estritamente o Método Cavidade Zonal (Lúmens). Entenda as métricas analíticas espaciais expostas na viewport 3D:
1. O Plano Físico de Trabalho: A iluminância demandada não é calculada no piso geográfico, e sim sobre o Plano de Trabalho (superfície translúcida visível na maquete 3D). O motor paramétrico deduz o rebaixamento vetorial (Altura Útil - $H_u$) subtraindo essa elevação do pé-direito bruto.
2. Dinâmica de Fotometria e Fator de Utilização (FU): O Fluxo Bruto (`lm`) colide com a arquitetura antes de virar Iluminância Útil (`lx`). O nosso motor ajusta heuristicamente a utilidade da luz de acordo com a Reflectância (Albedo) dos materiais inseridos. Paredes escuras suprimem fótons cruzados, forçando o aumento do estipêndio de W/m².
3. Mapeamento Topográfico Térmico (Falsas-Cores): O Canvas 3D plota a matriz esférica de irradiância convertendo intensidades físicas em isocromia (Semelhante ao Renderizador DIALux). Espectros em Amarelo/Verde chancelam o atingimento da Lux nominal exigida. Manchas alvejas a Vermelha gritam super-iluminação passível de fotossaturação ocular.
4. Ferramentas de Telemetria (Grade HUD Central): - Uniformidade Geral de Malha ($U_o$): Cozida vetorialmente pela razão do Lux mínimo isolado sobre a média quadrática. Valores limiares acima de 0.60 garantem que a transição entre colunas é insensivelmente homogênea (escritórios), sem buracos escuros de sobreposição.
- UGR (Unified Glare Rating): A equação heurística de Desconforto Ocular que apita quando fontes de excessiva radiação esmagam espaços de teto contraído causando aberração visual lateral.
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